Dizem que morna é saudade, é magia, é morabeza.
Para mim morna é reencontro, é um abraço caloroso, é uma lágrima escondida na emoção de um sorriso, é nostalgia, é o choro do violão que roça o ombro do pescador.
Para ti talvés seja um mar aos teus pés, a brisa quente que trás um conto de amor nas areias de cabo-verde.
Para ele morna é vida, é um sonho doce , um momento de infinito amor.
“Não era o Tito de quem sou fã incondicional, mas tinha igualmente a voz rouca e a mesma doçura no olhar, na noite da morna um cavalheiro distinto se apresentou e no Miami Beach encantou” Aplausos Leonel Almeida.
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2 comentários:
Olá Yara.
Estou como tu. É o meu blog, mas mentiria se dissesse que não o quero partilhar.
Os amigos nunca são demais, mesmo os que nos tecem criticas, principalmente esses.
Obrigado por seguires o meu blog.
Agora que conheço o teu, passarei a ser visitante assíduo.
Abtaços
Henrique
Yara, só agora percebi que as tuas raízes se enterram bem fundo na minha terra.
Quem eram os teus pais?
Se calhar conheci-os.
Mantenho este blog, muito bonito debaixo de olho.
Vou passando por aqui.
Bjs
Henrique
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