Dizem que morna é saudade, é magia, é morabeza.
Para mim morna é reencontro, é um abraço caloroso, é uma lágrima escondida na emoção de um sorriso, é nostalgia, é o choro do violão que roça o ombro do pescador.
Para ti talvés seja um mar aos teus pés, a brisa quente que trás um conto de amor nas areias de cabo-verde.
Para ele morna é vida, é um sonho doce , um momento de infinito amor.
“Não era o Tito de quem sou fã incondicional, mas tinha igualmente a voz rouca e a mesma doçura no olhar, na noite da morna um cavalheiro distinto se apresentou e no Miami Beach encantou” Aplausos Leonel Almeida.
Fevereiro 02, 2009
Fevereiro 01, 2009
A indeferença do meu sofrimento
O corpo cansado por fim adormece
Repousa num sono que acontece sem sonhos
Toco a face da morte para saciar uma saudade dilacerante
E no seu manto limpa as lagrimas d’um choro seco
Gritando uma saudade muda dos amores partidos
Assim sofre a minha alma por todos aqueles que partiram para sempre num sono profundo de que não mais acordarão.
Repousa num sono que acontece sem sonhos
Toco a face da morte para saciar uma saudade dilacerante
E no seu manto limpa as lagrimas d’um choro seco
Gritando uma saudade muda dos amores partidos
Assim sofre a minha alma por todos aqueles que partiram para sempre num sono profundo de que não mais acordarão.
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