Dizem que morna é saudade, é magia, é morabeza.
Para mim morna é reencontro, é um abraço caloroso, é uma lágrima escondida na emoção de um sorriso, é nostalgia, é o choro do violão que roça o ombro do pescador.
Para ti talvés seja um mar aos teus pés, a brisa quente que trás um conto de amor nas areias de cabo-verde.
Para ele morna é vida, é um sonho doce , um momento de infinito amor.
“Não era o Tito de quem sou fã incondicional, mas tinha igualmente a voz rouca e a mesma doçura no olhar, na noite da morna um cavalheiro distinto se apresentou e no Miami Beach encantou” Aplausos Leonel Almeida.
Seres da sombra
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Depois do acontecido na sexta-feira passada, decidi trazer à luz uma sér...
